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DESENVOLVIMENTO HUMANO AO LONGO DO CILCLO VITAL

Todos os seres humanos atravessam uma sequência de períodos que tem sido categorizado por uma variedade de termos: pré-natal, infância, meninice, pré-escolar, escolar, período juvenil, pré-adolescência, juventude, meia-idade e velhice.
O gráfico do Ciclo Vital do nascimento a morte, é essencial para a compreensão completa das complexidades do comportamento, é especialmente útil na previsão das dificuldades que surgem no curso do Psicoteologia.
Fundamentalmente todas as teorias sobre o ciclo vital, é que o desenvolvimento ocorre em estágios sucessivos e bem definidos.

  • Ocorrem em ordem constante na vida de todos;
  • Cada estágio é caracterizado por eventos ou crises  princípio epigenético (Erik Erikson), que devem ser satisfatoriamente resolvidos;
  • Cada estágio contém uma característica dominante, ou um ponto de crise que o distingue das fases precedentes ou posteriores.
  • Contribuições para a Teoria do Ciclo Vital:
  1. Freud (1915) Teoria centrada na infância e na libido (energia sexual) = fase oral, anal, fálica, latente, puberdade, …
  2. Melainie Klein  Os processos internos são determinantes no desenvolvimento da personalidade = fase autista normal, sub-fase exploração, reaproximação, …
  3. Carl Jung  Considera fatores externos como desempenhando importante papel no crescimento e adaptação individual. O desenvolvimento da personalidade acontece a vida toda
  4. Harry Sullivan  O desenvolvimento é amplamente moldado por eventos externos, especialmente pela inserção social , interação com outras pessoas.

PERÍODOS CRÍTICOS

  • Nascimento – maneira como ocorre o parto, onde engloba o tratamento com o RN.
  • Entrada na escola – distanciamento dos pais, adaptação escolar.
  • Adolescência – mudanças físicas e psicológicas, alterando a estabilidade da criança.
  • Início de curso profissional – escolha de uma futura profissão, vestibular, casamento, formatura, nascimento dos filhos.
  • Climatério (menopausa) – período conturbante, medo da frigidez, desinteresse pela relação sexual.
  • Aposentadoria – medo da invalidez, sentindo-se desnecessário na família.
  • Envelhecimento – medo da morte próxima, aparência física e invalidez.

SINTOMAS MAIS COMUNS EM PSIQUIATRIA

  • Ansiedade – é um estado subjetivo consciente diferentemente descrita como uma emoção, afeto ou um sentimento. Manifesta-se com modificações fisiológicas bem caracterizadas (tensão muscular; taquicardia; respiração suspirosa; sintomas de hiperventilação; tontura; dispinéia; parestesia; intensidade da ansiedade).
  • Depressão – pessoa perde o interesse pelos assuntos cotidianos, espontaneidade some, fadiga excessiva, anorexia e emagrecimento, dor de origem obscura, os quatro elementos de apetite ficam prejudicados: alimentar, sexual, sono e atividade.
  • Paranóia (ideação paranóide) – caracteriza-se por ideias persecutórias e sentimentos que não estão sujeitos a modificações pela lógica ou experiência.
  • Delírios – é uma falsa convicção, não é suscetível de modificação através da lógica ou da óbvia evidência do contrário; podendo ser uma disfunção biológica ou bioquímica alterando a percepção e por um mecanismo psicológico que capacita o paciente a enfrentar as ameaças. As formas mais comuns de delírios são: grandeza, eróticos e difusos.
  • Alucinações – são percepções sensoriais, espontâneas e indesejadas sentidas como de fora. A consciência da irrealidade pode estar presente ou não. Todas as modalidades sensoriais estão envolvidas: paladar, visão, olfato e tato. O mecanismo das alucinações é desconhecido; alguns acreditam que sejam fatores centrais ou periféricos, sensitivos, motores, biológicos e psicológicos.

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